Pitch · Julho de 2026
O sistema operacional do corretor brasileiro.
CRM, marketplace e fintech num só produto. De graça para o corretor, e a Romeo só ganha quando ele ganha. Um mercado de R$ 700 bilhões por ano, atendido por 450 mil profissionais que ainda trabalham com ferramentas soltas.
O Romeo em 1 minuto
Doze slides, na ordem: o problema, a solução, o mercado, o modelo, a concorrência, o estágio, os números e a captação. Clique em qualquer slide para o aprofundamento.
O corretor paga R$ 1.500 por mês pra trabalhar.
CRM, site, anúncio em portais, maquininha, planilha: cinco ferramentas que não se falam, e a fatura chega mesmo no mês em que nada fecha. É um custo fixo antes da primeira venda, e é ele que exclui boa parte dos 450 mil corretores do país, sobretudo o autônomo que está começando e não tem esse caixa parado.
Um sistema só. De graça.
O Romeo junta CRM, marketplace público e fintech num produto único, onde o dado nasce uma vez e percorre toda a jornada. O corretor cadastra o imóvel e ele já está no site, no marketplace e nos portais; o lead que chega cai no funil; o contrato é assinado na plataforma; o pagamento passa pela carteira. Sozinho, ele não paga mensalidade.
Três passos, do imóvel ao dinheiro.
A jornada inteira acontece dentro da plataforma, sem exportar dado para outra ferramenta em nenhum ponto.
Cadastra uma vez
O imóvel aparece no seu site, no marketplace e nos portais, com fotos, tour e valores.
Acompanha o lead
Do primeiro contato ao contrato assinado, no funil, com a IA sugerindo o próximo passo.
Recebe pela plataforma
Com a comissão e as taxas distribuídas na hora, e o repasse ao proprietário automático.
450 mil corretores. R$ 700 bilhões por ano.
Um mercado grande, fragmentado e ainda pouco digitalizado, com uma fatia monetizável clara. O alvo realista de cinco anos é uma fração pequena de um bolo enorme, o que deixa muito espaço para crescer sem depender de dominar o mercado.
R$ 6 bi
TAM monetizável / ano
R$ 635 mi
SAM / ano
R$ 25 mi
SOM no ano 5
Grátis ganha o mercado. O fluxo do dinheiro paga a conta.
A taxa de 2,5% sobre a comissão é baixa de propósito: ela adota, não fatura. Quem paga a conta é o aluguel recorrente que passa pela carteira, mês após mês, sobre o valor cheio. Cinco motores, cobrando de três bolsos diferentes, para ser barato para o corretor e lucrativo para a Romeo ao mesmo tempo.
Vantagens que não se copiam com preço.
Um concorrente pode zerar a taxa amanhã. O que ele não copia com preço é a rede, os dados e a marca que o corretor constrói dentro da plataforma.
Domínio .broker
A marca digital do corretor mora na Romeo. Mudar de plataforma custa a própria identidade.
Rede de parcerias
Quanto mais corretores, mais inventário compartilhado. Efeito de rede que cresce sozinho.
Dados de transação
Cada negócio fechado treina o preço sugerido e o match de leads.
Fintech embutida
O fluxo de pagamento é o fosso: quem processa o aluguel captura a receita recorrente.
O corretor é o cliente, não o alvo.
Os portais cobram caro para anunciar. Os ERPs cobram mensalidade. O QuintoAndar elimina o corretor e cobra 8 a 10% do aluguel. O Romeo empodera o corretor e cobra 2,5%. É um espaço que ninguém ocupa no Brasil: nem portal, nem ERP caro, e sem tirar o corretor da jogada.
| Romeo | QuintoAndar | Vista CRM | |
|---|---|---|---|
| Custo de entrada | Grátis | Grátis | R$ 300+/mês |
| Taxa na transação | 2,5% | 8 a 10% | — |
| O corretor é o cliente | Sim | Não | Sim |
O produto inteiro já existe.
O protótipo é um front-end navegável de 51 telas, do painel do corretor ao portal do proprietário: venda, locação, temporada, fintech e IA. Não é uma ideia num slide, é um produto desenhado de ponta a ponta. O que falta construir é o backend e os pagamentos, e esse é justamente o escopo do MVP.
Unit economics de sobra, break-even à vista.
Adquirir um corretor custa menos que um mês do valor que ele gera, e a margem bruta é de software. Mesmo no cenário pessimista, o negócio fecha o ano 5 no lucro.
R$ 62,4 mi
faturamento no ano 5 (realista)
mês ~26
break-even de caixa
26x
LTV / CAC (SaaS: 3 a 5x)
85%
margem bruta
MVP: R$ 850 mil a R$ 1,2 mi.
Seis a oito meses para colocar a espinha do produto no ar (backend, pagamentos, DNS .broker) e os primeiros 100 corretores operando. Depois, Seed de R$ 2 a 3 milhões até o break-even operacional.
